Old School RuneScape: o MMORPG em que a comunidade vota o que entra no jogo
Para uma novidade entrar no OSRS, 70% dos votantes precisam aprovar. Por que esse modelo funciona, e o que ele custa.
Redação · 28 ago 2026 · 2 min de leitura

Old School RuneScape nasceu em fevereiro de 2013 a partir de uma cópia de segurança do jogo como ele era em 2007. Mais de uma década depois, virou a versão mais popular da franquia — e a mais incomum de todo o gênero.
Governado por votação
As novidades relevantes do OSRS passam por votação da comunidade. Até outubro de 2022, uma proposta precisava de 75% de votos "sim" para entrar; desde então, o limite é 70%.
A Jagex explicou a mudança com números: menos de 6% dos membros ativos votavam, e com 75% bastava que cerca de 1,5% dos jogadores votasse "não" para barrar um conteúdo que a grande maioria queria.
O que o modelo protege
A votação dá aos jogadores veteranos uma garantia rara: o jogo não vai mudar de alma sem que eles concordem. Para um MMORPG cuja proposta é justamente a nostalgia, isso vale muito.
O que ele custa
O outro lado é a lentidão. Ideias boas podem morrer por pouco, e mudanças grandes precisam ser picotadas em partes menores para passar. A própria redução para 70% mostra que o equilíbrio é difícil.
Veredito
OSRS prova que um MMORPG pode crescer ouvindo a comunidade de forma literal, não só em pesquisas de satisfação. Não é um modelo que todo jogo deveria copiar, mas é o que faz o OSRS ser o que é.
Fontes
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